ECA/USP - UNIDADE DA USP ESCOLA DE COMUNICAÇÕES E ARTES


CATALOGAÇÃO DE TESES E DISSERTAÇÕES
TIPO DE TRABALHO DE CONCLUSÃOTESE
ANO DEFESA
2016-12-15
INSTITUIÇÃO
UNIDADE DA USP
TÍTULO

A CASA E A REPRESA, A SORTE E O CORTE: A COMPOSIÇÃO MUSICAL ENQUANTO IMAGINAÇÃO DE FORMAS, SONORIDADES, TEMPOS [E ESPAÇOS]
AUTOR

BONAFÉ, VALERIA MUELAS
RESUMO
Esse trabalho se situa numa zona de convergência entre composição e pesquisa. O intento é investigar, compreender e compartilhar meu próprio processo criativo num exercício de autoanálise, onde pesquisadora e compositora precisam negociar um olhar conjunto. Para tanto, selecionei como objeto de estudo um conjunto de três peças compostas no contexto do doutorado: LAN (2011), A menina que virou chuva (2013) e I am [where?], making a personal trajectory of listening (2015). A partir de LAN busco delinear o universo conceitual que atravessa minhas reflexões e minha prática artística, criando um emaranhado de assuntos ligados aos temas forma, tempo e sonoridade. Em A menina que virou chuva aprofundo o trabalho de análise musical exemplificando alguns procedimentos mais técnicos e específicos de construção e elaboração musical. Por fim, em I am [where?] apresento uma espécie de diário/relato de bordo de composição, recuperando a genealogia da peça e explicitando um pouco mais meu modo de trabalho. Ainda que não seja abordado mais diretamente no plano conceitual, o tema espaço também perpassa essa pesquisa.
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NOTAS
TIPO DE TRABALHO DE CONCLUSÃOTESE
ANO DEFESA
2009-03-13
INSTITUIÇÃO
UNIDADE DA USP
TÍTULO
INTEGRAÇÃO DE TÉCNICAS ANALÍTICAS COMO PRINCÍPIO DE UM MODELO COMPOSICIONAL
AUTOR
RESUMO
Nesta pesquisa propõe-se a elaboração de um modelo composicional a partir da integração de três técnicas analíticas: tematicismo, estratificação e refuncionalização. Tem-se por hipótese que essas ferramentas de análise musical, per se unilaterais, são passíveis de associação gerando um novo modelo de composição que engloba os aspectos temáticos, harmônicos, texturais e formais necessários para a estruturação de um discurso musical inserido em uma estética pós-tonal. Os procedimentos analíticos não são tomados como prescrições, tampouco empregados como moldes estanques, mas usados como ponto de partida para o trabalho composicional. O modelo assim estabelecido permite ser desdobrado para o campo da didática musical na medida em que pode ser empregado como estratégia pedagógica nos cursos de composição. Espera-se, além do aporte eminentemente técnico composicional gerado com a constituição desse modelo, ampliar o alcance das ferramentas analíticas aqui consideradas e, ao mesmo tempo, contribuir com o incremento da literatura incidente aos assuntos composicionais, posto que neste projeto estão envolvidas considerações sobre a estética musical contemporânea e o ensino da composição.
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NOTAS
TIPO DE TRABALHO DE CONCLUSÃOTESE
ANO DEFESA
INSTITUIÇÃO
UNIDADE DA USP
TÍTULO
DAS INSTABILIDADES DA MÚSICA: O QUE VEM DE FORA NA COMPOSIÇÃO MUSICAL
AUTOR
RIBEIRO, ANDRÉ SILVA PEREIRA DE OLIVEIRA
RESUMO
O objetivo deste trabalho é criar possibilidades para o que o vem de fora da composição musical seja um plano de criação em que se convive lado-a-lado uma sensibilidade artística e um pensamento em pleno estado de criação. O exame das circunstâncias em que se dá este pensamento vem por meio de um percurso, diremos, um tanto errático, onde se pretende por em relevo as forças que afetam a nossa sensibilidade, nossas criações, e que por assim dizer, tornam o pensamento um fluxo criativo. Tentamos entrever alguns momentos relativos a sua formação e papel nos processos criativos composicionais. Com efeito, o pensamento enquanto parte de um plano de criação será sempre um pensamento que se constrói por um fora, de onde opera ligações com o universo sonoro e, assim, dá consistência às nossas ideias musicais. Mas, ele não o faz sem algum esforço ou sem o reconhecimento das instabilidades que o permeiam e determinam sua natureza um tanto instável. Assim, por último, o que se constrói aqui é um pensamento das instabilidades da música.        
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NOTAS
TIPO DE TRABALHO DE CONCLUSÃODISSERTAÇÃO
ANO DEFESA
2008-04-23
INSTITUIÇÃO
UNIDADE DA USP
TÍTULO

PROCESSOS COMPOSICIONAIS DA OBRA CORAL-SINFÔNICA FANTASIA SOBRE UMA CANTIGA DE NINAR E DA ABERTURA SINFÔNICA AS ENFIBRATURAS DO IPIRANGA
AUTOR

FREITAS, CLAUDIO MÖLLER DE
RESUMO
Os processos composicionais de duas obras musicais são identificados aqui extrinsecamente. Seus elementos estruturais comuns viabilizam um caminho de compreensão e analise, tomando-se como pressupostos formadores de linguagem a parataxe e a intertextualidade. Trata-se, por conseguinte, da designação de uma visão emancipada e expandida dos fundamentos da musica e, ao mesmo tempo, da definição de uma poetica na musica contemporânea brasileira. Objetivos: Valendo-se de sintaxes musicais e linguisticas, o texto visa demonstrar os processos composicionais das duas obras apresentadas e como eles promovem a delineação de uma linguagem, expondo e distinguindo seus elementos estruturais constitutivos, determinantes dos seus caracteres comuns. Método: Baseando-se em referencias teórico-reflexivas, são identificados os elementos estruturais constitutivos das duas obras, apontando os rudimentos que os levam a produzir processos composicionais similares. Confrontadas as obras, são discutidos a analise das suas micro-estruturas e os processos linguisticos parataxe e intertextualidade nas suas formações. Resultados: A possibilidade da formação de uma linguagem musical pela exploração emancipada e expandida de seus elementos básicos, aplicados a um alicerce linguistico, torna-se real na medida em que seus processos composicionais são elaborados dentro de um referencial teórico-reflexivo.
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NOTAS
TIPO DE TRABALHO DE CONCLUSÃODISSERTAÇÃO
ANO DEFESA
INSTITUIÇÃO
UNIDADE DA USP
TÍTULO
A GUITARRA ELÉTRICA NA MÚSICA EXPERIMENTAL: COMPOSIÇÃO, IMPROVISAÇÃO E NOVAS TECNOLOGIAS.
AUTOR

MARTINS, ANDRÉ LOPES
RESUMO
O presente trabalho tem a intenção de, primeiramente, estudar a guitarra elétrica como interface de composição e improvisação através da utilização de novas tecnologias digitais na música experimental; em um segundo momento, propõe uma composição musical utilizando alguns aparatos tecnológicos acoplados à guitarra. Essas ferramentas foram escolhidas após um extensivo mapeamento individual e através de experimentações de suas potencialidades do processamento sonoro quando abordadas com o instrumento. O material composicional foi posteriormente construído a partir de observações e reflexões do autor sobre o uso do instrumento enquanto interface no diálogo com as novas tecnologias digitais presentes na computação móvel. O trabalho traz também o registro autoetnográfico do período de pesquisa de algumas das ferramentas digitais selecionadas quando em uso com a guitarra elétrica e o processo de composição e registro da peça proposta, além de sua posterior análise. Em sua conclusão, são apresentadas, portanto, as observações e reflexões desta interação do instrumento e suas novas formas de instrumenticidade quando acoplado ao computador.
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NOTAS
UNIDADE DA USPE: SCOLA DE COMUNICAÇÕES E ARTES
TIPO DE DOCUMENTO: TESE
ANO DEFESA
2009-03-13
INSTITUIÇÃO
UNIDADE DA USPE:  ESCOLA DE COMUNICAÇÕES E ARTES
TÍTULO
INTEGRAÇÃO DE TÉCNICAS ANALÍTICAS COMO PRINCÍPIO DE UM MODELO COMPOSICIONAL
AUTOR
CORRÊA, ANTENOR FERREIRA
RESUMO
Nesta pesquisa propõe-se a elaboração de um modelo composicional a partir da integração de três técnicas analíticas: tematicismo, estratificação e refuncionalização. Tem-se por hipótese que essas ferramentas de análise musical, per se unilaterais, são passíveis de associação gerando um novo modelo de composição que engloba os aspectos temáticos, harmônicos, texturais e formais necessários para a estruturação de um discurso musical inserido em uma estética pós-tonal. Os procedimentos analíticos não são tomados como prescrições, tampouco empregados como moldes estanques, mas usados como ponto de partida para o trabalho composicional. O modelo assim estabelecido permite ser desdobrado para o campo da didática musical na medida em que pode ser empregado como estratégia pedagógica nos cursos de composição. Espera-se, além do aporte eminentemente técnico composicional gerado com a constituição desse modelo, ampliar o alcance das ferramentas analíticas aqui consideradas e, ao mesmo tempo, contribuir com o incremento da literatura incidente aos assuntos composicionais, posto que neste projeto estão envolvidas considerações sobre a estética musical contemporânea e o ensino da composição.
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NOTAS
ESCOLA DE COMUNICAÇÃO E ARTES
TIPO DO DOCUMENTO: DISSERTAÇÃO
ANO DEFESA
08-DEZ-2017
INSTITUIÇÃO
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO
ESCOLA DE COMUNICAÇÃO E ARTES
TÍTULO
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA DE COMUNICAÇÃO E ARTES
AUTOR
RELATOS E REFLEXÕES SOBRE PROCESSOS DE SUBJETIVAÇÃO E PREPARAÇÃO PARA IMPROVISAÇÃO MUSICAL LIVRE
RESUMO
Esta pesquisa reflete sobre processos de preparação para a prática da improvisação musical livre em relação ao conceito de cuidado de si como apresentado por Michel Foucault em sua Hermenêutica do Sujeito. Serão referência também outros estudos sobre subjetividade como de Gilles Deleuze, Felix Guattari e Suely Rolnik. Para colher os relatos sobre os quais se basearam a reflexão, foram realizadas entrevistas com Pauline Oliveros, Susan Alcorn, Chefa Alonso e Rogério Costa. Também foi realizado um experimento com musicistas da Orquestra Errante, e uma revisão bibliográfica dos trabalhos das pessoas entrevistadas e outros autores que falam sobre improvisação livre. Os diferentes caminhos tomados pela pesquisa trouxeram também assuntos como os feminismos e as ciências cognitivas. Estes dois assuntos também perpassam esta pesquisa, embora o primeiro com destaque bem maior. O objetivo deste texto é tratar do desenvolvimento de habilidades frequentemente deixadas de lado na formação musical tradicional, porém não menos importantes do que a capacidade de mover os dedos com destreza ou dominar sistemas musicais. Estas habilidades dizem respeito a questões éticas além de estéticas, e possuem paralelos na vida cotidiana. Os resultados indicam caminhos para a reflexão e construção de processos de subjetivação centrados na relação com o outro além do desenvolvimento de si. O texto aqui é dividido em três seções além de prefácio, introdução e conclusões gerais. Na primeira seção são tratados os cruzamentos entre a filosofia estudada por Foucault e publicações no campo da improvisação que falam sobre o ambiente desta prática e processos de preparação. Na segunda seção, dedico-me às entrevistas e ao experimento com a orquestra para desenvolver uma reflexão que relaciona minha própria prática com os relatos colhidos na pesquisa. A terceira seção é dedicada a cruzamentos entre feminismos, cuidado de si e improvisação livre, que se mostraram de grande relevância para o trabalho. As seções podem ser lidas em qualquer ordem ou isoladamente.
Palavras chave: Improvisação Musical Livre, Subjetividade, Preparação. Cuidado de si.
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